Wilson Lima entrega terminais fluviais a comunidades indígenas

Estruturas vão facilitar embarque e desembarque de turistas

Puranga da Conquista e Tupé foram os locais beneficiados

O governador Wilson Lima realizou, nesta segunda-feira (4), a entrega de quatro Terminais Fluviais para atender quatro comunidades indígenas de reservas sustentáveis. O objetivo é melhorar o embarque e desembarque de turistas nessas áreas, auxiliando no desenvolvimento econômico por meio do incentivo ao turismo.

Foram beneficiadas com as estruturas fluviais, construídas pela Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), as comunidades indígenas Cipiá e Tatuyo, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga da Conquista, e Tuyuka e Diakuru, na RDS do Tupé. Os terminais fluviais serão administrados pelos próprios comunitários.

Infraestrutura portuária

Esse é o segundo projeto do Governo do Estado para dotar comunidades com infraestrutura portuária. Desde 2021, o governador Wilson Lima entregou outros 31 terminais flutuantes, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), totalizando mais de R$ 40,1 milhões em investimentos. Com as quatro comunidades contempladas hoje, chegam a 35 o número de estruturas fluviais entregues.

“Essa estrutura que nós estamos colocando vai ser importante para o turismo, vai ser importante também para o embarque e desembarque de carga, para dar segurança a quem está lá para garantir o direito que é básico de ir e vir do cidadão. Essas são ações que dão dignidade para essas comunidades”, destacou Wilson Lima.

Cada estrutura entregue possui área de 42 metros quadrados, além de sinalizador náutico em LED com painel solar, cobertura com telha ecológica, estrutura metálica moderna, entre outros itens que garantem conforto, acessibilidade, sustentabilidade e segurança aos usuários.

Plano de Ordenamento Turístico

A iniciativa faz parte do Plano de Ordenamento Turístico (POT) do Governo do Amazonas, que começou a ser executado nas comunidades indígenas comunidades indígenas Tatuyo, Cipiá, Tuyuka e Diakuru, em julho de 2022, por meio da criação de um Grupo de Trabalho composto por órgãos da administração pública estadual e municipal para ordenar a atividade turística.

Integram a iniciativa, além da Amazonastur, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Fundação Estadual dos Povos Indígenas do Amazonas (Fepiam), Fundação Municipal de Cultura, Eventos e Turismo (Manauscult).


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