Uma grande sala de leitura em praça no Centro de Manaus

Mania de Ler com leitura de cordéis, neste domingo

A escritora amazonense Tereza Barroso participa da iniciativa

A edição do programa de incentivo à leitura, “Mania de Ler”, será neste domingo (17), no Largo São Sebastião, e traz como diferencial, a cantoria de cordéis produzidos pelas crianças da Casa Mamãe Margarida. Começa após às 9 e vai até às 12h. A iniciativa é do Governo do Estado, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A participação do público é gratuita.

Nesta edição, o programa será conduzido pela escritora amazonense Tereza Barroso, que também é professora e poetisa da instituição que acolhe crianças e adolescentes do sexo feminino, em situação de vulnerabilidade.

Palavra da escritora: “Organizamos a Cordelteca na Casa Mamãe Margarida, editamos um livro com essas meninas, que se chama Margarida: Histórias de Superação, além de outros cordéis”, disse Tereza. Participaram da produção do livro, crianças com idade entre 8 e 9 anos, que cursam o 4º ano do ensino fundamental.

Início da carreira

A escritora, natural de Maués, começou na carreira literária no ano de 2021, em parceria com a irmã Socorro Barroso, com quem escreveu várias obras, entre as quais, “Vida em Poemas” e “Um Passo para a Metamorfose”. “Logo depois, fizemos parte de várias antologias e, nesse tempo, aprendemos a fazer cordel”, explica Tereza.

Mania de ler tem acervo

O Mania de Ler é promovido desde 2013 e, neste domingo, contará com a Biblioteca Volante Thiago de Mello, que reúne um acervo de mais de 1.200 livros. A coordenadora do programa, Oiana Couto, ressalta a participação dos escritores nos encontros no Largo, que chegam a reunir uma média de 170 pessoas.

“A interação é muito boa no momento da contação de histórias, ao envolvimento das crianças e dos pais, após a contação. Tem também o momento bate papo sobre o processo de criação, indicação de outros livros. Percebemos que temos um público interessado na literatura regional, infantil e que são cativos, sem falar da divulgação do trabalho dos escritores”, finaliza Oiana.


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