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Jogatina Brasil e a reforma tributária

Por: Ademir Ramos

Professor, antropólogo, coordenador do projeto jaraqui, do NCPAM/UFAM vinculado ao Dpto. de Ciências Sociais.

UFAM faz “MUTIRÃO DE PÓS” em São Gabriel da Cachoeira

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Ademir Ramos

O Programa de Pós-graduação Sociedade e Cultura na Amazônia (PPSCA) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), de 10 a 14 junho, está presente em São Gabriel da Cachoeira para realizar um verdadeiro “Mutirão de Pós” visando à qualificação de 19 mestrandos de diversas etnias indígenas daquele município situado na tríplice fronteira a noroeste do estado do Amazonas.

A coordenação dos trabalhos, contando com apoio da Fundação de Ampara a Pesquisa do Amazonas (FAPEAM), encontra-se sob a direção do professor doutor Bruno Rodrigues, do departamento de ciências sociais da UFAM que, junto com demais professores, pesquisadores e alunos do PPSCA, num total de 19 profissionais, viajaram em “caravana institucional com 19 profissionais” para cumprir uma extensa programação incluindo Conferências, Cursos, Mostra fotográfica, Seções de Podcast, além das bancas de qualificação que tem por objetivo avaliar e analisar os relatórios de qualificação das dissertações de mestrados dos estudantes indígenas do PPSCA/UFAM.

O rito da qualificação é necessário para orientar os alunos quanto à pesquisa e formatação da dissertação. Contudo, para o professor Bruno Rodrigues o mais importante mesmo é focar nas pesquisas que alunos e alunas estão apresentando sobre sua complexidade cultural seja material ou simbólica em atenção a esta realidade que, “por muitos anos fora estuada de fora para dentro e agora a UFAM, FAPEAM, Universidade Estadual do Amazonas, Instituto Federal do Amazonas e outras instituições afins estão propiciando aos alunos indígenas construir suas próprias problemáticas de pesquisa e analisar, estudar e compreender a partir de suas determinações na perspectiva de fortalecer mais ainda os próprios indígenas, professores, servidores públicos e demais profissionais engajados nos movimentos etnoculturais que trabalham e vivem nesse município, dessa feita, aprendemos muito mais do que ensinamos”,, concluiu o coordenador.


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