UEA cria núcleos de saúde mental para comunidade acadêmica

Servidores, professores e alunos terão atenção psicossocial

Iniciativa fecha o Janeiro Branco, mês da saúde mental

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) criou uma Política Permanente de Saúde Mental e Atenção Psicossocial na comunidade acadêmica, marcando o fim da campanha do Janeiro Branco, mês voltado à conscientização sobre a importância de se cuidar da saúde mental e emocional.

A política tem como objetivo auxiliar a comunidade acadêmica a partir das necessidades relacionadas à saúde mental, em todas as unidades da universidade.

A partir da iniciativa, serão beneficiados servidores técnico-administrativos, docentes e discentes, em um espaço constituído por uma rede integrada de atenção psicossocial.

Um núcleo em cada unidade

O reitor da UEA, André Zogahib, explica que cada unidade deverá constituir um núcleo de saúde mental e atenção psicossocial.

“Estamos iniciando um programa que cuidará de todas essas questões psicossociais, com atividades muito importantes. Além de buscar diagnósticos e integrar a comunidade acadêmica com esse propósito, queremos promover atividades que contribuam para um ambiente mais saudável. Essa é uma preocupação fundamental em nossa gestão”, disse o reitor André Zogahib.

Ações de atendimento

Dentre as ações propostas, estão: instituir serviços de atenção psicossocial destinados à comunidade universitária; constituir espaços institucionais de referência e integração para a atenção psicossocial; estabelecer mecanismos de avaliação da política; estimular atividades de ensino, pesquisa e extensão relativas ao tema, entre outros.

Melhorando o ambiente universitário

A coordenadora-geral do Comitê Gestor da política, Vivian Marangoni, afirma que programas e ações em saúde mental são recomendados como estratégia capazes de tornar o ambiente universitário mais sensível e salutar para a comunidade acadêmica e, portanto, promotor de saúde mental.

“⁠A política foi elaborada em eixos, de forma que planeja-se uma expansão na oferta de cuidados em saúde mental e de atenção psicopedagógica na universidade; no estímulo para pesquisa e projetos com foco na saúde mental; no enfrentamento das diversas violências no espaço acadêmico; no desenvolvimento de um canal de comunicação efetivo para avaliação e proposição de ações sensíveis e abertas às necessidades”, completou a professora Vivian Marangoni.


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