Suframa sugere pauta de investimentos na Amazônia a empresas da França

Superintendente Bosco Saraiva conversou com representante dos empresários

Executivos de empresas francesas se reúnem nesta quarta-feira (6) em São Paulo

A “Amazônia” estará na pauta de discussões durante um workshop entre empresas francesas instaladas no Brasil, que será realizado na quarta-feira (6), em São Paulo. O evento contará com a participação do diretor da Bic Amazônia, Jean Marc Hamon, que esteve na Suframa esta semana, para anunciar a agenda e receber contribuições da Autarquia em relação à temática. O superintendente Bosco Saraiva, sugeriu à necessidade de novos investimentos e ações para a região na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), a partir da biodiversidade da Amazônia.


O workshop na capital paulista servirá de preparação para a vinda do presidente Emmanuel Macron ao Brasil, prevista para o primeiro semestre do próximo ano.


“Não faltam pesquisas relevantes realizadas a partir da fauna e flora da Amazônia executadas por institutos como o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), entre outros, que merecem cuidadosa atenção internacional como a do governo francês por seu alto impacto positivo. A visita do Macron pode representar um importante marco de uma maior aproximação e parceria entre o Brasil e a França, com reflexo positivo para a Amazônia e seus habitantes”, observou Saraiva.

Visita de Macron

Com a visita de Macron, a ideia é preparar o setor industrial e traçar estratégias de apoio entre os governos brasileiros e francês em relação à Amazônia.


“Nossa ideia é apresentar o que a BIC está fazendo hoje no Brasil e na Zona Franca de Manaus (ZFM), ressaltando a garantia constitucional de vigência até 2073 da ZFM, respeitada, até aqui, na reforma tributária. Vamos mostrar o que a empresa francesa faz de ações a favor da Amazônia e o que ainda poderá fazer como, por exemplo, com relação à compensação de carbono. Além de sugestões de medidas ao governo francês para contribuir com o governo brasileiro sobre a Amazônia”, explicou Jean Marc Hamon.


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