Suframa destaca indústria nascida dentro da realidade de Manaus

Fabrica de vela da Amazônia conquistou espaço no mercado

Superintendente da Suframa, Bosco Saraiva e superintendentes adjuntos conhecem a empresa

Em 1993 a Rubi Indústria de Velas da Amazônia começava a sua produção em Manaus, competindo com as empresas do Nordeste que estavam próximas do polo produtor de parafina localizado na Bahia. Em 2024 o projeto comemora bons resultados.
O superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, acompanhado dos superintendentes-adjuntos Luiz Frederico Aguiar (Executivo), Leopoldo Montenegro (Projetos), Waldenir Vieira (Desenvolvimento e Inovação Tecnológica), Carlito Sobrinho (Administração) e do gerente de projetos, Ozenas Maciel, conheceram presencialmente a empresa em visita realizada na sexta-feira (10).
A equipe da Suframa foi recebida pelo diretor-presidente da Rubi, Eraldo Guedes, e pelo responsável pela produção e logística da fábrica, Sérgio Guedes.

O início da empresa

Eraldo Guedes, que também é o fundador da empresa, contou que a ideia da fábrica surgiu durante a gestão dele como diretor da Companhia Energética do Amazonas (CEAM), quando percebeu o nicho de mercado para velas de parafina.
O fundador, percebeu que essas empresas ao venderem para a Zona Franca de Manaus, não pagavam ICMS e ainda ficavam com o crédito presumido da compra de parafina.
“Elaboramos um projeto que foi aprovado pelo Governo do Amazonas, dando à época, uma isenção de 60% de ICMS, ficando isenta do pagamento do ICMS na entrada por ser uma empresa industrial com o projeto aprovado pela então Secretaria da Indústria e Comércio”, explicou.
Devido à escassez de parafina nos últimos anos na única fornecedora nacional, que é a Petrobras, foi necessário haver adequações no Processo Produtivo Básico (PPB) da vela para permitir a importação do insumo.
“A alteração do PPB foi aprovada e hoje importamos mais de 60% da nossa matéria-prima para atender à demanda da fábrica”, afirmou Guedes.
A empresa atualmente conta com 42 funcionários diretos e 20 terceirizados, que trabalham em um turno, no horário comercial. Entre os funcionários, estão ex-atletas de futebol que vieram para Manaus nos anos 1970 e por aqui se estabeleceram.
O superintendente Bosco Saraiva agradeceu as informações prestadas pelo fundador. “É uma grande satisfação conhecer uma empresa local que começou do espírito empreendedor e conseguiu se consolidar com o passar dos anos”, destacou.


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