PRIMEIRA MÃO

Sinteam entra na Justiça pedindo a suspensão do retorno das aulas presenciais

cheia
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) entrou na Justiça com uma Ação Civil Pública pedindo a suspensão do retorno das aulas

Governador diz que a transmissão em ambiente escolar é baixa e há segurança

Vacinação dos professores da rede estadual começa nesta segunda-feira, pelo interior

Depoimentos de ex-ministros agitam a CPI esta semana

Pré-candidatos já se articulam para chegar à Câmara Federal no ano que vem

Rio Negro sobe em ritmo mais lento

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) entrou na Justiça com uma Ação Civil Pública pedindo a suspensão do retorno das aulas da rede estadual de ensino, previsto para a próxima quarta-feira (19). O Sindicato alega que não há tempo hábil para a imunização completa dos trabalhadores até lá, uma vez que autoridades em Saúde afirmam que a resposta do organismo à vacina contra a Covid-9 só ocorre 14 dias após a segunda dose dos imunizantes. A ação pede, também, que seja informado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o real período da resposta imunológica após aplicação da vacina. Somente após a resposta da Anvisa é que os professores e servidores devem retornar às suas atividades nas escolas. A presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues, argumenta que há vários relatos de gente que se contaminou e até faleceu após a primeira dose da vacina.

Primeiro no interior

Na semana passada, quando anunciou a volta às aulas,o governador Wilson Lima informou também que a vacinação dos professores começa nesta segunda-feira (17). E, assim como a reabertura das escolas vai acontecer primeiro no interior, a imunização seguirá o mesmo ritmo: primeiro os municípios da região metropolitana e depois a capital. Lima afirmou que a FVS-AM tem um estudo que aponta que o índice de transmissão no ambiente escolar é muito baixo e que isso dá segurança para a volta às aulas, em regime híbrido e com adoção de medidas biossanitárias.

CPI da Pandemia

Começa hoje a terceira semana de depoimentos na CPI da Pandemia, com dois ex-ministros do governo Bolsonaro já convocados para depor. Ernesto Araújo, das Relações Exteriores vai ter que explicar o relacionamento do Brasil com a China, que pode ter atrasado a compra de vacinas. Já o depoimento de Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, considerado uma peça-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da covid-19, deve frustrar muita gente, porque ele ganhou salvo-conduto para não responder nada na CPI.

Mais uma investigação sobre Pazuello

Inclusive, o Ministério Público Federal pediu ao Tribunal de Contas da União que investigue o uso da Advocacia Geral da União (AGU) na defesa de Eduardo Pazuello. Objetivo é saber se o uso de recursos públicos e o tempo de servidores públicos na defesa de Pazuello atendem a interesse público ou se, pelo contrário, protegem interesses particulares em conflito com o interesse público.

Omar pede que Pazuello fale

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), escreveu em sua conta em uma rede social que o depoimento de Pazuello é importante para o aprofundamento da investigação. “Esperamos que o Supremo deixe que a CPI continue seus trabalhos e cumpra sua função. Até agora não há prejulgamento de ninguém. Todos os depoentes estão sendo chamados como testemunhas. Até agora, repito, ninguém é investigado”, reforçou.

Seguindo os passos de Pazuello

A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, médica Mayra Pinheiro, conhecida como “Capitã cloroquina”, ingressou no Supremo Tribunal Federal com um pedido de habeas corpus preventivo para lhe garantir o direito ao silêncio para não se auto-incriminar e assegurar a presença de seus advogados na sessão da CPI da Pandemia do Senado. Mayara Pinheiro já confessou em depoimento ao Ministério Público Federal que planejou a viagem de um comitiva de médicos a Manaus para difundir o uso de medicamentos sem comprovação científica do ‘tratamento precoce’ dias antes do colapso no sistema de saúde em janeiro deste ano. O depoimento de Mayra está marcado para a quinta-feira (20), depois de Ernesto Araújo (18) e Pazuello (19).

Vem aí a primeira grande pesquisa

Está sendo concluída nos próximos dias a primeira grande pesquisa eleitoral que inclui Manaus e mais de 20 municípios do interior do Estado. A pesquisa foi encomendada pelo MDB e vai nortear as decisões que o partido vai tomar para 2022 no Amazonas. O resultado não será divulgado. Será apenas para consumo interno.

Vanessa de olho em 2022

Já está praticamente certo que o PCdoB vai lançar Vanessa Grazziotin para disputar uma das oito vagas para a Câmara Federal. Ex-senadora, Vanessa torce para que o Congresso mude as atuais regras eleitorais e permita o retorno das coligações partidárias.

Fausto mira Brasília

O deputado estadual Fausto Júnior (MDB) já bateu o martelo. Vai mesmo disputar a eleição para deputado federal. Fausto foi eleito deputado em 2016 com 19.446 votos.

CMM debate fim do recesso

Nesta semana a Câmara Municipal de Manaus deve debater – depende da vontade do presidente David Reis (Avante) – o fim do recesso do mês de junho, em função da pandemia. A proposta é do vereador Rodrigo Guedes (PSC), o mesmo que há três meses pediu a CPI da Amazonas Energia e até hoje não foi atendido. Não há consenso entre os vereadores sobre essa pauta. A maioria não quer perder o recesso. Mas, se depender do histórico de David Reis com as propostas de Rodrigo Guedes, eles podem ficar tranquilos.

Rio Negro sobe menos

O rio Negro, que vinha subindo uma média de 4 centímetros por dia, reduziu o ritmo e amanheceu nesta segunda-feira com 2cm a mais em relação à manhã de domingo. Foram 3 cm no sábado, 3 cm no domingo e 2cm na manhã de hoje, quando a cota atingiu 29 metros e 72 centímetros. Faltam ainda 25 centímetros para bater o recorde de 2012, quando a cheia alcançou a marca histórica de 29 metros e 97 centímetros.

David entrega hoje o T1

O prefeito David Almeida entrega na manhã desta segunda-feira (17)o Terminal de Integração 1 (T1), na avenida Constantino Nery, Centro, e a Estação de Transferência Arena (E2), também na mesma via. Com a entrega dessas plataformas, haverá mudança de itinerário em algumas linhas de ônibus da zona Oeste da cidade.


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