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Infraestrutura é essencial para o desenvolvimento econômico

Por: Michele Lins Aracaty e Silva

Economista, Doutora em Desenvolvimento Regional, Docente do Departamento de Economia da UFAM, ex-vice-presidente do CORECON-AM.

Relatório Mundial da Felicidade

O conceito de felicidade é subjetivo e varia de pessoa para pessoa. Em 2011 a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou ao longo de sua Assembleia Geral uma resolução convidando os países membros a medirem a felicidade de seus habitantes e usarem os resultados para a implementação de políticas públicas.

No ano seguinte, ocorreu a primeira reunião de Alto Nível sobre Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico. Tal reunião foi presidida pelo primeiro-ministro do Butão, até então pioneiro e único país a adotar oficialmente o indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB) ao invés do Produto Interno Bruto (PIB) como principal parâmetro de desenvolvimento.

O primeiro Relatório Mundial da Felicidade foi lançado em 1° de abril de 2012 e chamou a atenção internacional por ser a primeira pesquisa a apresentar o estado de felicidade mundial, as causas da felicidade, da miséria e as implicações políticas destacadas por estudos de caso.

A partir de 2013, os relatórios passaram a ser divulgados anualmente e utilizam dados do Gallup Word Poll. Todos os relatórios a partir de 2013 estão disponíveis para consulta no site: https://worldhappiness.report.

O trabalho conta com a análise de especialistas de várias áreas, tais como: Economia, Psicologia, Análise de pesquisa, Estatísticas nacionais, entre outros com a missão de descreverem como as medições de bem-estar podem ser efetivamente usadas para avaliar o progresso dos países.

No mais recente ranking do Relatório Mundial da Felicidade apresentado em 2024 com base no ano anterior, a Finlândia aparece pelo sétimo ano consecutivo como o país mais feliz do mundo. Nas demais posições, temos: Dinamarca, Islândia, Suécia, Israel, Holanda, Noruega, Luxemburgo, Suíça e Austrália.

No ano de 2015, o Brasil ocupava a 16ª posição. Em 2022, ocupamos a posição de número 49° e no último relatório evoluímos para a posição 44°. Em relação aos países da América do Sul, estamos atrás apenas do Uruguai (26º) e do Chile (38º).

Por fim, de acordo com a ONU, o relatório se baseia na avaliação que as pessoas fazem de sua felicidade no que tange às questões econômicas e sociais levando em consideração seis fatores principais: ajuda social, renda, saúde, liberdade, generosidade e ausência de corrupção.


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