PRIMEIRA MÃO

Prefeito David Almeida arruma a mesa pra conversar com mais dois candidatos ao governo

Governador Wilson Lima passa feriadão em Manaus

Após o fim do casamento, ex-mulher de senador do Amazonas briga por R$ 246 milhões na justiça

Comitê quer barrar nomeação de ex-vereador

Ameaça à indústria de refrigerantes se consolida no governo Bolsonaro

Presidente usa o “sigilo de 100 anos” novamente para esconder ação de pastores lobistas

Índios Yanomami pedem socorro em Roraima: “ouro tem nosso sangue”

A conversa do prefeito com candidatos

O prefeito David Almeida (Avante) vai conversar nos próximos dias com os pré-candidatos ao governo Carol Braz (PDT) e Ricardo Nicolau (Solidariedade). David disse ao ÚNICO que, na condição de prefeito da capital, tem a obrigação de ouvir todas as propostas dos candidatos “pois o governador tem papel fundamental a desempenhar na vida de todos que moram na cidade”. Ele explicou que o seu apoio a um dos pré-candidatos ocorrerá em outro momento. “Uma coisa não tem nada a ver com outra”, afirmou.

Governo em clima de Páscoa

O governador Wilson Lima (União Brasil) vai passar o feriadão em Manaus, sem agenda oficial a cumprir. As viagens ao interior recomeçam na próxima semana.

Ex de senador briga na justiça por milhões

A empresária Carolina Andraus Lane e o empresário Gilberto Miranda, que foi senador pelo Amazonas em 2004/2005, estão brigando na Justiça por uma fortuna avaliada em R$ 1 bilhão. Após o divórcio, a empresária Carolina Andraus, reclama por ter saído do relacionamento de “mãos quase vazias” e exige do ex-marido ao menos R$ 246 milhões”.

Casamento de 12 anos

Gilberto Miranda e Carolina foram casados durante doze anos e moravam em duas mansões no Jardim Europa, um dos bairros nobres de São Paulo. Uma para reuniões e jantares com empresários e políticos e outra apenas para receber amigos mais próximos. Eram figuras carimbadas em festas e se deslocavam em jatinho particular, helicóptero e veleiro. Gilberto Miranda entrou na política do Amazonas no governo de Gilberto Mestrinho, após se tornar conhecido por sua atuação nos bastidores articulando negócios entre investidores interessados em investir na Zona Franca de Manaus.

Comitê vai à Justiça contra ex-vereador

O Comitê Amazonas de Combate à Corrupção encaminhou denúncia ao procurador-geral do Ministério Público do Amazonas, sobre o ex-vereador Sandro Maia, para assumir a Subsecretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal, da Prefeitura de Manaus (Semacc). O comitê argumenta que a nomeação contraria princípio constitucional, pois Sandro Maia foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral por abuso do poder econômico.

Ataque aos xaropes da ZFM

Está cada vez mais consolidada entre os integrantes da equipe econômica do governo Bolsonaro a iniciativa de corte de incentivos fiscais dos fabricantes de concentrados de refrigerantes, instalados na Zona Franca de Manaus. A iniciativa deve sair na forma de Medida Provisória, logo após o feriadão da Páscoa. A ideia original do governo era cobrir a renúncia fiscal do Simples apenas com o aumento da alíquota da CSLL,o imposto dos bancos. Mas os banqueiros reagiram sobrou para o setor de xaropes da Zona Franca.

Motivação política

A intenção de Bolsonaro é também política. Em atrito com alguns congressistas do Amazonas, que ele considera responsáveis por uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a redução das alíquotas do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), que afeta itens produzidos em Manaus, ele apoia totalmente o que a equipe econômica está planejando.

Tudo escondido

Por falar em Bolsonaro, ele apelou, novamente, para o “sigilo de 100 anos” para esconder fatos de seu governo que ele não quer que sejam investigados. Primeiro foi com Pazuello, e agora com o caso dos dois pastores evangélicos que mandavam e desmandavam nas verbas do Ministério da Educação, escolhendo para quais prefeitos enviariam recursos – desde que recebessem o retorno.

Yanomami pedem socorro

Os índios Yanomami, sediados em Roraima, estão fazendo um apelo mundial para combater a invasão de garimpos e garimpeiros em terras indígenas. O apelo é para que o mundo pare de comprar ouro de garimpos ilegais do Brasil. As comunidades indígenas vivem rotina de terror com estupros, mortes e fome devido ao avanço da atividade em suas terras. “Esse ouro tem nosso sangue”, diz um dos indígenas em reportagem da Veja.

Manifestação em Brasília

Representantes indígenas estão acampados em Brasília em defesa da proteção da terra e do meio ambiente, em um momento em que o garimpo ilegal avança na Amazônia. A presença de garimpeiros clandestinos na Amazônia já é escancarada, mas hoje conta com o apoio da presidência da República.


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