Parque tecnológico de Tabatinga começa a sair do papel

Suframa vai ceder área para implantar o projeto

Reunião entre Serafim Corrêa e Bosco Saraiva sela parceria

O superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), Serafim Corrêa, definiram nesta terça-feira (19) o primeiro passo para tornar efetiva a criação do Parque Tecnológico de Tabatinga, um projeto iniciado no ano de 2020.

Serafim pediu à Suframa que cedesse parceria em um imóvel que atualmente abriga a Área de Livre Comércio de Tabatinga, para implantação do Parque Científico e recebeu resposta positiva para concessão do imóvel.

O que é um parque tecnológico?

Um parque tecnológico é um ambiente onde estão instaladas diversas empresas de segmentos diferentes, mas que têm a tecnologia como de convergência entre si.

O que diferencia um parque tecnológico de um distrito industrial é que os gestores buscam inovação e integração entre as empresas que dele participam com instituições de ensino e também com o poder público. É um tripé em busca de novos produtos amazônicos.

Instituições parceiras


A coordenação do projeto é feita pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e envolve grupos de pesquisa, professores, pesquisadores e laboratórios da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e do Instituto Federal do Amazonas (Ifam) de Tabatinga. A ideia do Parque é juntar Ifam, Ufam e UEA com empresas e institutos para atrair investimentos na região.

Recursos

Segundo a Sedecti, o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional já fez uma transferência no valor de R$ 4,2 milhões, em 2020, e outra de R$ 5,4 milhões junto ao Ifam para a construção de um laboratório de bioprospecção dos ativos da floresta. O BID sinalizou com recursos na ordem de US$ 5 milhões para a construção de um laboratório de controle sanitário.


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