Ministério Público está há 60 dias investigando denúncias contra o prefeito Adail Filho

Nesta quarta-feira (16), completa 60 dias que, o Grupo de Trabalho composto por cinco procuradores do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), realiza investigações sobre a administração do prefeito de Coari, Adail Filho (PP), suspeito de corrupção em um esquema milionário de fraudes em licitações e envolvimento numa organização criminosa que desviou mais de R$ 100 milhões dos cofres públicos.

O prefeito Adail Filho foi preso provisoriamente no dia 26 de setembro, durante a “Operação Patrinus”, para o cumprimento de mandados de Busca e Apreensões e Prisões Temporárias, mas ficou apenas oito dias detido provisoriamente no Batalhão da Polícia de Choque. Por conta da apresentação de um habeas corpus, foi liberado no dia 3 de outubro e retornou para o município.

Preso dono do Supermercado Rodrigues

Na mesma Operação foram presos provisoriamente o presidente da Câmara Municipal de Coari, Keitton Pinheiro, primo do prefeito, o empresário Alexsuel Rodrigues, sócio do supermercado Rodrigues,além do sargento da Polícia Militar e assessor do prefeito, Fernando Lima. Eles passaram dez dias presos e foram liberados no dia 05 de outubro.

Segundo a assessoria do Ministério Público, quatro dias depois da deflagração da Operação Patrinus , o Grupo de Atuação Especial de Repreensão ao Crime Organizado (Gaeco), iniciou o deslacre do material apreendido na operação, entre computadores, mídias eletrônicas, aparelhos celulares e documentos que estão sendo analisados com a participação da Controladoria Geral da União (CGU).

Não há um prazo definida pelo Ministério Público para a conclusão dos trabalhos.


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