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Mais pessoas participaram do assassinato de Bruno e Dom, diz a polícia

Comitê de crise aponta que não haveria mandante

Barco ainda não foi encontrado mesmo com o local indicado pelo assassino

O Comitê de crise, coordenado pela Polícia Federal do Amazonas divulgou nota na manhã desta sexta-feira (17) com novos informes a respeito da investigação dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira Araújo e do jornalista Dom Phillips, apontando que haveria mais pessoas envolvidas no crime – e não apenas os pescadores Amarildo e Oseney de Oliveira – e que eles teriam agido de forma espontânea, sem um mandante para o crime.
Ainda segundo a nota da PF, as equipes que estão em Atalaia do Norte continuam procurando a embarcação utilizada por Bruno Pereira e Dom Phillips continuam, contando, inclusive, com o apoio dos indígenas da região e dos integrantes da União Indígena do Vale do Javari (Unijava).
A PF informa também que “as investigações prosseguem e há indicativos da participação de mais pessoas na prática criminosa” e que “as investigações também apontam que os executores agiram sozinhos, não havendo mandante nem organização criminosa por trás do delito”. No fechamento da nota, o comitê aponta que “com o avanço das diligências, novas prisões poderão ocorrer”.

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