Livro “Vidas que Falam” homenageia luta pelos direitos humanos

Obra foi organizada pelo deputado federal Zé Ricardo e a jornalista Cristiane Silveira

Livro é uma coletânea de histórias de vida em favor da coletividade

Organizada pelo economista e deputado federal José Ricardo Wendling e pela jornalista Cristiane Silveira, a coletânea “Vidas que Falam 2” traz crônicas de quase 40 autores que aceitaram o convite e o desafio de relatar em forma de textos o testemunho e a história de personalidades exemplos de ações pela coletividade, seja na atuação política, religiosa, movimentos sociais e no real sentido da luta por direitos humanos.
O livro “Vidas que Falam 2” reúne “histórias de pessoas que entendem a solidariedade, a perseverança, os ideais de vida e o respeito à dignidade humana como missões de cada um”, revela Zé Ricardo,

Atos de amor

A jornalista Cristiane Silveira aponta que essa publicação mostra que mesmo ações individuais se somam numa grande ação para o bem-estar de todos. “São os pequenos e mais sinceros atos de amor pelo próximo ajudam a transformar as mais diferentes vidas humanas”, diz ela. “É amor que transforma. Estou muito feliz pela conclusão de mais esse projeto, que abracei junto com José Ricardo, desde a primeira edição. Esperamos que possa continuar inspirando as pessoas, sobretudo, os nossos jovens”, disse ela, reforçando que, sobretudo, Manaus e o Amazonas, que tanto sofreram e sofrem as consequências da pandemia de Covid-19 nos anos de 2020 e 2021, necessitam de esperança e de histórias exitosas de boas-novas e de vida.

Os homenageados

O livro conta a história de 18 mulheres e 15 homens, são eles: Amanda Cristina (na defesa das crianças e dos adolescentes); Padre Alberto Panichella (formador do povo e dos jovens da periferia); Denise Kassama (economista e fundadora dos Amigos do Papai Noel); Cida Aripória (das causas indígenas, das mulheres e do Hip-Hop); Dom Luiz Soares Vieira (arcebispo Emérito de Manaus, preocupado com a fome e os mais pobres); Dalila Evangelista (nas políticas públicas, direitos das crianças e dos excluídos); J. Rosha (jornalista atuante nos sindicatos e na defesa dos povos indígenas); Magaly Araújo (do Lar Batista Janell Doyle); e Nestor Nascimento (dos movimentos sociais-políticos-partidários).

O Vidas que Falam 2 também retrata a atuação de outras pessoas do Amazonas, como: Maria da Fé (pela moradia digna ao povo de Parintins); Dom Alcimar (evangelizador no Alto Solimões); Marcivana Sateré (pelos direitos dos povos indígenas); Waldemir José (ex-vereador, na busca por melhoria nas políticas públicas); Margarida Campos (em defesa da enfermagem no Amazonas); Antônio Levino (médico, militante político e considerado revolucionário); além de Irineide Lima e Suelen Ramos (do Movimento dos Catadores no Amazonas), Dom Sérgio Castriani (arcebispo Emérito de Manaus, profeta e missionário de Deus); e Nazaré Corrêa (professora, em defesa e valorização do magistério e das mulheres).

E mais: Osvaldo Coelho (filósofo, professor e advogado, legado em defesa da educação pública); Neila Gomes (do Movimento Nacional de Luta por Moradia); Padre Igínio (na formação de agentes de saúde e no ensino de crianças e jovens); Mãe Nonata e Alberto Jorge (vidas contra a intolerância religiosa, em defesa da negritude e das causas sociais); Cristiane Sales (pela moradia popular e fundadora do Movimento Orquídeas); Padre Cláudio Perani (na educação popular e desenvolvimento do Sares); Valterina dos Santos (dedicada à Pastoral da Criança); Bete Maciel (com a Associação das Donas de Casa); Sandra e Hiroshi Noda (casal de pesquisadores dedicados no Alto Solimões); Manoel Cunha (líder seringueiro, exemplo na Amazônia); Irmã Nilda (religiosa que falou muito de humildade e de amor ao próximo); e Gersem Baniwa (na luta das causas indígenas).


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