Justiça manda prender mãe e irmão de Djidja

Funcionários do salão de beleza também são investigados

Eles são acusados de tráfico de drogas e vários outros crimes

Solange Elias
Da redação do ÚNICO

A morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, ganhou contornos muito maiores com a divulgação dos conflitos familiares, uso de drogas pesadas em família e, finalmente, a decretação da prisão da mãe da jovem, Cleusimar Cardoso, do irmão Ademar Farias e de três funcionários do salão de beleza onde Djidja era sócia: Verônica da Costa Seixas, Marlisson Vasconcelos Dantas e Claudiele Santos da Silva.

O mandado de prisão foi expedido ontem à noite e revelado nesta quinta pela Revista Cenarium. Além da prisão, a Justiça determinou a busca e apreensão na residência dos familiares da jovem empresária.

De acordo com a ordem judicial, o irmão de Djidja, Ademar, é acusado de estupro e, junto com os demais citados vai responder por venda de drogas, associação criminosa e outros.

Redes sociais revelam história bizarra

Após o sepultamento de Djidja, em cemitério particular em Manacapuru, ontem, começaram a surgir versões diversificadas e muitos áudios que revelam uma história bizarra de consumo coletivo de drogas na família, numa espécie de ritual para ‘“transcender”, revelam também que toda a família (que não era usuária) sabia o que acontecia na casa da mãe, Cleusimar e insinuam ainda que a avó, de 80 anos de idade, pode ter morrido em função da aplicação de uma substância por parte do neto.

Segundo relatos não oficiais das redes sociais, o irmão e a mãe de Djidja impedia que ela saísse do mundo das drogas.

As acusações feitas pelos familiares são muitas e ainda serão investigadas pela polícia.


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