’Informar para salvar’ reuniu centenas de participantes em ambiente virtual e contou com depoimentos de luta e superação do câncer

A Rede Feminina Amazonas fundada em 1978, em Manaus, atua em parceria com a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado

A presidente da Rede Feminina no Amazonas, Tammy Cavalcante, disse que durante a atividade, todos foram surpreendidos com depoimentos emocionantes de superação e enfrentamento do câncer de pessoas que venceram essa batalha

A Rede Feminina Amazonas fundada em 1978, em Manaus, atua em parceria com a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), uma unidade de referência em cancerologia na região. “Trabalhamos o reforço à Política de Humanização, com base em diretrizes nacionais. É um trabalho que leva carinho e esperança a milhares de pacientes que lutam contra o câncer”, disse Tammy Cavalcante,presidente da entidade, ao destacar a importância do workshop “Informar para Salvar”, realizado esse mês
O workshop virtual ‘Informar para salvar’, realizado pela Rede Feminina de Combate ao Câncer do Amazonas, reuniu 218 pessoas, para tratar de temas relacionados ao voluntariado e ao câncer, como rastreio, fatores de risco e diagnóstico precoce. Esteve em destaque a pauta ‘câncer de mama’, que neste mês é tema do Movimento Mundial Outubro Rosa. O evento contou com o apoio da empresa farmacêutica Roche do Brasil .
Participaram do workshop voluntários de vários estados brasileiros, como São Paulo, Santa Catarina, Ceará, Piauí, Bahia e principalmente do Amazonas. A ação buscou conscientizar os envolvidos sobre a prevenção dos mais diversos tipos de câncer, dando dicas como: evitar o tabagismo, o alcoolismo, alimentos industrializados, praticar regularmente exercícios físicos, ter uma alimentação saudável e rica em vegetais e fazer os exames periódicos, indicados por faixa-etária.
No caso do câncer de mama, o ideal é a mamografia anual a partir dos 40 anos. E antes disso, a ultrassonografia das mamas, que pode identificar eventuais alterações em tecidos mais densos, conforme alertam especialistas em mastologia.
A atividade também visou atrair mais voluntários à causa câncer, que no Amazonas conta com uma rede estruturada que envolve, além da Rede Feminina, a Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc), o Centro de Integração Amigas da Mama (Ciam), entre outras ONGs de renome.
“Criar agentes multiplicadores da informação é importante, principalmente em tempos de pandemia, onde as pessoas passam um grande período em casa e utilizam a internet, um meio eficaz de contato e transmissão de dados relevantes”, frisou Tammy Cavalcante.
Com duração de cinco horas, o Informar para Salvar foi dividido da seguinte forma: no primeiro dia, as temáticas relativas à patologia câncer foram mais aprofundadas pelos palestrantes. No segundo, o voluntariado predominou, com foco na empatia e na solidariedade. Tanto homens, quanto mulheres, participaram da iniciativa.


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