Governador e secretário Nacional de Defesa Civil sobrevoam municípios afetados pela cheia

O governador Wilson Lima e o secretário Nacional da Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, sobrevoaram, nesta segunda-feira (10), as áreas atingidas pela cheia na capital e nos municípios de Iranduba, Careiro da Várzea e Autazes.

Monitoramento vai embasar liberação de recursos federais

A expectativa é que 50 municípios sejam afetados pela cheia ao mesmo tempo, em maio

O governador Wilson Lima e o secretário Nacional da Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, sobrevoaram, nesta segunda-feira (10), as áreas atingidas pela cheia na capital e nos municípios de Iranduba, Careiro da Várzea e Autazes. O monitoramento vai embasar a liberação de recursos federais para prestar assistência humanitária às famílias do Amazonas que estão precisando, afirmou Alexandre Alves.

O sobrevoo permitiu que o secretário constatasse as dificuldades enfrentadas pelas famílias afetadas pela cheia, que deixa ruas submersas e exige que a locomoção seja feita por embarcações. A enchente também obriga a elevação dos pisos das residências e a transferência de animais, como o gado, para áreas de terra firme.

“Esse mês de maio será bem difícil, com a expectativa de que nós tenhamos 50 municípios atingidos ao mesmo tempo. A presença do Governo Federal, através do secretário Nacional de Defesa, é muito importante e é fundamental quando ele faz esse trabalho in loco. Todos esses esforços das prefeituras, do Governo do Estado e do Governo Federal são fundamentais nesse momento em que nossos irmãos estão sendo atingidos pela subida dos rios”, disse o governador Wilson Lima.
Segundo Alexandre Alves, por meio do sobrevoo foi possível comprovar as dificuldades das pessoas e as perdas econômicas.

“Eu quero ver se até amanhã (11) a gente começa a liberar mais recursos. A gente já liberou R$ 14 milhões para os municípios do Amazonas até hoje, mas a gente percebe que precisa de mais e nós vamos liberar. Essa é a ordem do presidente Jair Bolsonaro e a ordem do ministro Rogério Marinho (do Desenvolvimento Regional)”, disse Alves.


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