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19 de janeiro de 2022
Governador coloca secretaria no colo

Coluna:

Por: Zé da Farofa

Governador coloca secretaria no colo

Zé farofa

Zé da Farofa

O jeito tranquilo e educado nem de longe dava margens para interpretações sobre os avanços que fazia no universo feminino. Foi um governador do Amazonas discreto, que cumpriu um mandato sem grandes alardes, naqueles tempos sem internet e onde a motivação financeira era bem menos do que nos dias atuais, onde a busca pelo metal parece ser a principal motivação da maioria que ingressa na política.
A bem da verdade é necessário dizer que esta motivação também turbina em outros universos…nas relações no judiário … na mídia…e até nas religiões…tudo em nome do Senhor… Tempos sombrios, sem dúvidas, mas o caso aqui é outro. No gabinete governamental entre os que prestavam serviços, uma jovem senhora, discreta e elegante dava um toque de bom gosto ao ambiente.
Atenta ao dia a dia, a jovem senhora chegava cedo e quase sempre era a última a deixar o local. Com um sorriso nos labios bem desenhados era uma mulher bonita, que se vestia discretamente e se equilibrava bem nos saltos, num andar gracioso e suave.
O toque de uma campainha instalada na sala do governador era o sinal para alguém ir ao local. Foi num desses momentos que o caso aconteceu. Diante do toque intenso, um dos funcionários do gabinete se apressou em abrir a porta e atender o governante, dando de cara com a bela senhora no colo de sua excelência.
Em meio ao clima a excelência não percebeu que seu joelho, diante de um estímulo maior, se elevou, indo de encontro ao botão que ficava abaixo da mesa, acionando a campainha. Ninguém conseguiu falar nada. O tal funcionário recebeu uma generosa gratificação e foi transferido para outro local, enquanto a jovem senhora, continuou a atender ao chamado da campainha, com o mesmo sorriso nos labios e o leve caminhar.
Tem a história do vereador que dormiu algumas vezes no seu gabinete na Câmara Municipal de Manaus na companhia de uma jovem…na próxima eu conto…

Zé da Farofa é um pseudônimo escolhido pelo próprio autor, professor universitário em Manaus, de 67 anos de idade

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