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Falando de Amor

Por: Maria Justina Braga Monteiro

Professora, Assistente Social e autora da primeira tese sobre aborto em Manaus.

Falando de Amor

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Maria Justina Braga Monteiro

Amar é dever de todas as criaturas e ninguém pode se eximir de fazê-lo. Esse amor deve ser incondicional, chegando à totalidade como experiência de autoiluminação e de autolibertação.

Assim é o Amor de Mãe. Integral, total, incomum, sem exigência alguma, numa harmonia psicológica tão profunda, que mesmo muitas vezes espólio do homem que dela se dispõe a seu bel prazer e cujos sentimentos íntimos não são levados em consideração, ergue-se do vale em que se encontra e no zelo pela prole assume com doçura seu papel de Mãe, o que a faz alcançar uma forma de Angelitude.

Toda a essência da vida encontra-se estabelecida no Amor materno que quando austero, educa amorosamente e com energia; quando meigo, orienta com ternura e segurança; e mesmo nas situações mais chocantes, não perde o equilíbrio nem a afetividade.

Amor, para a Mãe, é abrir o coração sem reservas; é unir o interior ao exterior do ser; o profano ao sagrado; o ego ao self.

O Amor de Mãe nunca se ofende, tudo aceitando com equilíbrio e canalizando com sabedoria.

O Amor de Mãe não mente, é sempre aberto e claro, possuidor de uma infinita capacidade de paciência e de compreensão.

É graças a este Amor que nos é permitido que vejamos as pessoas como elas são, transmudando-se em Aloamor, etapa mais elevada que é o amor de Deus acima de todas as coisas e condições; identificando a criatura com o seu Criador. Sublimando-se!

Mãe: o maior presente que recebemos de Deus antes mesmo de nascermos.

A todas as Mães o meu Amor!


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