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Especialista alerta para a necessidade de plano de impacto ambiental, para instalação de flutuantes

Deputado Serafim Corrêa tem alertado sobre os riscos do aumento no número de flutuantes

Biólogo afirma que uso inadequado cria problemas até de saúde pública

O número de flutuantes tem crescido de forma desordenada, em Manaus, principalmente na região do Tarumã Açu, acendendo o alerta em relação ao impacto que esse tipo de empreendimento causa ao meio ambiente, quando não adota as exigências necessárias para funcionar. A poluição dos rios é um deles.

Para instalação de flutuantes, é preciso seguir uma série de protocolos, que visam à redução dos impactos ambientais. O biólogo, especialista em ecologia e embaixador do Instituto Lixo Zero Brasil, em Manaus, Daniel Santos, diretor da Damata Consultoria, empresa especializada em projetos ambientais, reforça a importância, nesse tipo de empreendimento, do respeito às legislações vigentes. “Além do risco de poluição do rio, o proprietário está sujeito às sanções dos órgãos competentes”, afirmou.

O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) também vem chamando atenção para o assunto. Nesta semana ele voltou a observar que o assunto precisa ser pauta dos órgãos governamentais, a fim de que o processo não chega a um nível irreversível.

Biólogo alerta órgãos de fiscalização

O biólogo Daniel Santos, também observa sobre a necessidade dos órgãos fiscalizadores, frear os abusos que vêm sendo cometidos, em especial no Tarumã “É preciso realmente ser incisivo nessa fiscalização e autuação de quem está irregular, porque a médio e longo prazos os prejuízos à natureza serão irreversíveis”, alertou.

De acordo com o biólogo, além do crescimento desordenado de flutuantes na área, a utilização da água do rio de forma irresponsável pode causar danos ambientais e de saúde pública. A fauna e a flora da região também são impactadas, disse ele. Daniel explica que a legislação deve ser seguida por todos os proprietários de flutuantes, independentemente se o funcionamento é comercial ou particular.

“Para um empreendimento desse tipo funcionar, precisa obter Licença de Operação, apresentando documentos que comprovem a outorga de água e de efluentes, projeto de construção, autorização da Marinha, além da documentação do proprietário. É necessário também a construção de uma estação compacta de estação tratamento de esgoto – ETE”, listou.

A Damata Consultoria e Projetos, que é credenciada ao ILZB, oferece todo o suporte necessário, desde estudos sobre os impactos ambientais, documentação até a emissão da licença. “Nosso objetivo é orientar o proprietário e/ou o empresário, para que a atividade executada esteja de acordo com o que pede a lei. Dessa forma, é possível aliar progresso e crescimento econômico, com preservação do meio ambiente”, destacou.

A Damata Consultoria foi fundada em 2015. A empresa atua na elaboração de estudos e projetos na área de meio ambiente e serviços de Arquitetura e Engenharia. Os projetos desenvolvidos pela equipe multidisciplinar da Damata têm como foco o comprometimento com o meio ambiente e com alternativas sustentáveis, por isso a empresa é credenciada ao ILZB.

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