Eneva lança Projeto Azulão em Silves

Expectativa é gerar 5 mil empregos diretos e indiretos

Governador Wilson Lima destaca importância do projeto

Nesta segunda-feira (25), a Eneva lançou, no município de Silves (a 181 km de Manaus), o Complexo Azulão 950, que passará a gerar, a partir de 2026, 950 MW de energia, gerando 5 mil empregos diretos e indiretos. No total, o projeto representa um investimento de R$ 5,8 bilhões, segundo informou o Diretor presidente da Eneva, Lino Cançado.

Participaram da cerimônia, que aconteceu às 13 horas, o governador Wilson Lima, o vice- governador, Tadeu de Souza, o secretário de Desenvolvimento, Serafim Corrêa e o prefeito de Silves, Raimundo Paulo Gama, entre outros.

Wilson Lima reforçou a parceria com a Eneva e disse que a presença do governador no evento é uma prova incontestável do “compromisso com a Eneva e com quem vem Investir no Amazonas”.

Wilson Lima diz que projeto muda realidade

Durante seu discurso, Wilson Lima lembrou a realidade que existe na região e que avaliou, que começa a mudar no Amazonas em função de projetos do tipo que está sendo desenvolvido pela Eneva:

“ Eu vim do interior do Pará onde sempre ouvi falar de em desenvolvimento, riquezas, e que um dia o desenvolvimento iria chegar. Mas o tempo passou e vimos que pouca coisa mudou. Aqui no Amazonas não era diferente. Sempre ouvíamos falar em novas matrizes, e que não era justo ter tantas riquezas sob nosso solo e a nossa população continuar vivendo na pobreza, mas isso começa a mudar com esse tipo de ação da Eneva”, disse.

Executivo fala sobre mudanças

O diretor presidente da Eneva, Lino Cançado, disse que “Silves é a maior prova de que a Eneva transforma projetos que parecem sonhos, em realidade”.

Ele observou que a Eneva está investindo em projetos que envolvem a comunidade de Silves, “gerando empregos e renda”. E citou os projetos “Elas empreendedoras”, “Mel da Amazônia” e “Café Robusta”.
Lino destacou a reforma da escola de Silves, que vai qualificar, conforme explicou, profissionais que terão oportunidade na Eneva, além do ramo de hotelaria e agricultura. “Este é o legado que queremos deixar: a educação, pois a educação liberta e abre portas”, afirmou.


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