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A importância das hidrovias

Por: Michele Lins Aracaty e Silva

Economista, Doutora em Desenvolvimento Regional, Docente do Departamento de Economia da UFAM, ex-vice-presidente do CORECON-AM.

Ecoempreendedorismo amazônico

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O ecoempreendedorismo é considerado uma premissa no mercado amazônico e constitui uma atividade empreendedora no campo da ecologia em prol do meio ambiente. Tal atividade pode ser realizada por empresas privadas, instituições não-governamentais ou até pelo setor público desde que inovem ofertando soluções que prol da melhoria do planeta.

O ecoempreendedorismo sinaliza novas oportunidades de negócio bem como a geração de novos postos de trabalho. Em muitos casos os negócios são criados sem a consciência ambiental, mas acabam contribuindo para algum segmento da economia ecológica.

O empreendedor ambiental ou ecoempreendedor é o agente que contribui para a resolução da problemática ambiental e geração de valor econômico. Para tanto, age a partir da perspectiva da sustentabilidade englobando fatores sociais, culturais e territoriais estimulando o desenvolvimento sustentável.
Para tanto, o ecoempreendedor deve expressar o seu compromisso com a adoção e a difusão de valores, condutas e de procedimentos sustentáveis que estimule a qualidade de vida da sociedade, contribua para preservar o meio ambiente e que seja convergente com a perenidade do negócio.

No final da cadeia, temos o consumidor consciente que surge a partir desse novo mercado (produtos e serviços) provocando um processo de transformação econômica, social, cultural, territorial e ambiental com externalidades positivas e agregação de valor aos produtos e serviços ambientais.

O ato de empreender constitui fonte de riqueza para o país e o ecoempreendedorismo é uma tendência. Neste novo mercado, o empresário deve ser capaz de compreender e participar das mudanças estruturais na relação de forças no âmbito ambiental, econômico e social deixando de ser um passivo e se tornando “agente ativo ambiental”.

Por fim, o ecoempreendedorismo no âmbito amazônico tem contribuído para reestruturar o ambiente de negócio regional uma vez que os empreendimentos se concentram em iniciativas econômicas sustentáveis com o uso de recursos da floresta que juntos contribuem para fomentar a geração de emprego verde induzindo o processo de transformação social.


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