Defensoria Pública pede anulação da retirada dos flutuantes

Moradores do Tarumã defendem a permanência dos estabelecimentos

Associação diz que 3 mil pessoas serão prejudicadas

A Associação de Moradores da Marina do Davi acionou a Defensoria Pública Especializada em Interesses Coletivos (DPEIC) para tentar reverter a decisão judicial que determinou a retirada de todos os flutuantes do rio Tarumã-Açu, na Zona Oeste de Manaus.

De acordo com os representantes da associação, aproximadamente três mil pessoas podem ser impactadas com a ação de retirada dos flutuantes dos rios Negro e Tarumã-Açu, determinada por decisão judicial.

Defensoria compra a brigas

Segundo a Defensoria Pública, “a ausência de qualquer atuação em defesa das pessoas prejudicadas” levou o órgão a pedir “uma ação anulatória” da sentença.

“A Defensoria propôs uma ação afirmando que há vícios graves no processo e pediu para que o juiz aprecie o documento. Estamos aguardando manifestação do juízo”, especificou o defensor Carlos Almeida, da DPEIC.


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *