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Com nova matriz energértica, Amazonas Energia reduz emissão de gases e poluição ambiental

Recuo é o primeiro efeito do fim das termelétricas de Parintins e Itacoatiara

Pelo menos 8 milhões de litros de óleo diesel deixaram de ser usados

Trinta e cinco dias após as termelétricas de Parintins e Itacoatiara serem desativadas pelo governo federal e a inserção destes dois municípios no Sistema Interligado Nacional (SIN), a Amazonas Energia comemora a redução da poluição ambiental.
Com a mudança da matriz energética, em agosto deste ano, a emissão de gases na atmosfera caiu drasticamente. Tanto em Itacoatiara quanto em Parintins, a concessionária deixou de consumir 8 milhões de litros de óleo diesel por mês, que alimentavam estas termelétricas, deixando de ser emitido o dióxido de carbono, que acarretava prejuízos à saúde da população.

Gases prejudiciais

Anualmente, em Parintins, eram lançadas, aproximadamente, 90.413,642 (tCO2e) toneladas de dióxido de carbono na atmosfera. Já em Itacoatiara, no mesmo período, chegava-se a 93.494,310 (tCO2e) toneladas de dióxido de carbono despejados no ar.
“Isso impactava a saúde pública. A mudança proporcionou qualidade de vida aos moradores destas cidades, em especial, aos que residem nas áreas próximas às antigas usinas”, destaca o diretor Institucional da empresa, Radyr Gomes.

Investimentos

Para modernizar a matriz energética, Radyr Gomes adianta que a Amazonas Energia estima R$ 5 bilhões em investimentos para viabilizar a transição dos sistemas isolados da Amazônia.

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