Cleusimar queria abrir centro espiritualista, diz polícia

Investigações revelam que a mãe de Djidja queria comprar um terreno

Ela planejava ser uma espécie de “Chico Xavier”

A quebra do sigilo telefônico de Cleusimar Cardoso, a mãe de Dilemar Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, conhecida por Djidja e que foi encontrada morta no dia último dia 28 de maio, revelou que os planos da matriarca eram ambiciosos.

O delegado Cícero Túlio informou que havia um grupo no WhatsApp onde a mãe de Djidja, Cleusimar, o irmão Ademar, o namorado Bruno Roberto, o coach Hatus Silveira, a cabeleireira Verônica e o maquiador Marlisson eram membros e nesse grupo discutiam fundação de uma espécie de centro espiritualista.

Centro espiritualista

Segundo a polícia estavam adiantadas as negociações para a família adquirir um terreno e ali abrir o centro espiritualista da seita Pai, Mãe, Vida, que eles mesmos criaram e acreditavam.

Uma das conversas revela que Cleusimar queria fazer atendimento ao público, nos moldes do que fazia no Brasil o médium Chico Xavier, amado e respeitado no espiritismo brasileiro por sua missão em minorar o sofrimento de quem perdeu um parente querido.

Entenda o caso

No dia 28 de maio a ex-sinhazinha foi encontrada morta em casa, pelo namorado Bruno Roberto e outros parentes. A polícia do Amazonas já estava investigando a família por suspeita de tráfico de ketamina e, ainda sem laudo definitivo, a suspeita é de que Djidja tenha morrido de overdose do entorpecente veterinário.

A partir de sua morte, a polícia desvenda alucinações em torno de uma seita religiosa, supostos estupros, abortos, tráfico, formação de quadrilha e etc.


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