Chá das Cinco na varanda do Teatro Amazonas

Empreendedora Izabel Valente investe no segmento de boas maneiras

Informações sobre o curso: (92) 99244-9142

Evaldo Ferreira
Especial para o ÚNICO

Quem não gosta de ser tratado com educação? Boas maneiras são ensinamentos que devem ser repassados na família, dos mais velhos para os mais novos muito embora muitas vezes isso não aconteça e parece que nos dias atuais essa situação está se tornando bem mais comum do que no passado.

De olho nessa lacuna que muitos pais estão deixando aberta na educação dos filhos é que a empreendedora Izabel Valente, proprietária da marca ‘A Realeza – mesa posta e consultoria’ vem promovendo os cursos ‘Boas maneiras e gentileza para crianças e adolescentes’, de seis a doze anos.

Aprendendo boas maneiras

“Uma criança, ou mesmo um adolescente, que aprender boas maneiras, levará isso para o resto da vida. Mas o que são boas maneiras? São aqueles comportamentos aceitáveis por todos. É utilizar sempre as expressões: obrigado, por favor, com licença, desculpe, que tornam as relações mais agradáveis”, explicou.

As orientações também abordam relacionamento interpessoal, cuidados com o mundo, higiene e aparência, entre outros temas fundamentais para um desenvolvimento social saudável. Além das boas maneiras, durante os cursos, Izabel também dá alguns toques sobre etiquetas sociais.

“O conceito de etiquetas sociais é bem mais amplo. Enquanto as boas maneiras são aprendidas, quando crianças, na família, as etiquetas, de uma forma geral, são aprendidas na fase adulta. Assim como as boas maneiras, as etiquetas mostram como você deve se comportar diante do mundo: são normas e regras de como falar, se vestir, se portar à mesa, em reuniões, em eventos, tratando de negócios, e até como se maquiar”, listou.

Chá das cinco

Registros históricos mostram que o precursor das etiquetas teria sido o rei Luiz XIV, que reinou na França de 1661 a 1715. Talvez incomodado com o mau comportamento dos nobres da corte, ele distribuía bilhetes (étiquettes) ensinando-os a como sentar, comer, se dirigir a ele, entre outros.

Mas o interesse em normatizar comportamentos é bem mais antigo. Os poemas do alemão Tannhäuser, que viveu no século XIII, falavam de como viver socialmente padronizando os modos da nobreza.

Na Europa, a corte italiana também adotava etiquetas, mas com certeza as mais faladas e conhecidas regras são as da corte inglesa, talvez porque a realeza continue até hoje na Inglaterra, com exageros que chegam às raias do absurdo como, por exemplo, proibir que membros da realeza mantenham contato com familiares que não pertençam ao seu meio, ou a obrigatoriedade desses membros de carregar uma roupa preta quando viajam para o caso de algum familiar vir a falecer eles já estejam com a roupa do luto.

Porém, da corte britânica, talvez a tradição, recheada de etiquetas, mais conhecida seja o chá das cinco, ou chá da tarde.

Chá das cinco, na varanda do Teatro Amazonas, terá segunda edição

A Realeza

Em outubro do ano passado, ao lançar a marca ‘A Realeza’, Izabel organizou um chá das cinco, no qual, uma das regras é ser às cinco horas da tarde. O chá aconteceu na varanda do Teatro Amazonas reunindo convidados. Izabel já prepara a segunda edição do evento.

Quem iniciou essa tradição, por volta de 1662, foi a duquesa portuguesa Catarina de Bragança, ao se casar com o rei da Inglaterra Charles II. Apaixonada por chás, a duquesa os tomava diariamente, com diversos sabores, e convidando membros da corte para compartilhar o momento com ela.

Etiquetas britânicas

Izabel Valente é especialista certificada pela Escola Brasileira de Etiqueta, com chancela da The British School of Etiquette no Brasil. Seu currículo inclui mais de sete anos de experiência em gestão de comunicação e organização de eventos corporativos para grandes empresas.

“Sou gabaritada para dar aulas de etiqueta à mesa e estou fazendo curso de formação para ser professora e consultora em etiquetas. Depois farei o curso Master em Etiquetas, com o qual poderei ser professora de The British of Etiquette no Brasil”, explica Izabel.


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *