BR-319 deve ter diagnóstico em 90 dias

Ministro dos Transportes fala sobre a primeira reunião de avaliação (ver vídeo)

Omaz Aziz faz apelo: “Amazonas quer fazer parte do Brasil”

Valéria Costa
Correspondente

Brasília (ÚNICO) – Ministério dos Transportes reuniu governadores da região Norte, parlamentares e técnicos de vários setores do Governo Federal na primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) que avalia a possibilidade de pavimentação da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, nesta quarta-feira (22) e a primeira indicação é de que em 90 dias – até fevereiro de 2024 – os integrantes deverão elaborar um relatório sobre a viabilidade da obra.


O ministro dos Transportes, Renan Filho destacou a importância de se pavimentar a rodovia federal, uma vez que os gastos de manutenção em uma estrada de terra já consumiram mais de R$ 800 milhões nos últimos anos. (ver vídeo).

Cronograma

Presente na primeira reunião, o governador Wilson Lima (União) pediu ao ministro um cronograma de todo o trabalho a ser executado na rodovia, como liberação de licenças ambientais e projetos executivos.


Lima também pediu que seja criado um comitê com legitimidade para mostrar quem está envolvido no processo, pois, em sua avaliação, esse é um projeto do Brasil e de importância nacional e não apenas dos Estados do Amazonas e Rondônia.

Esperança

Para o senador Eduardo Braga (MDB), a iniciativa reacende as esperanças sobre a BR-319. Ele lembrou que todo ano, no período das chuvas, é um desespero para a população que mora no entorno que necessita das pontes e que sofrem com os atolamentos de veículos na estrada.

Sair do isolamento

O senador Omar Aziz (PSD-AM) também participou da primeira reunião do GT da BR-319 e fez um novo apelo em nome do Amazonas, afirmando que o Estado quer “fazer parte do Brasil” e sair do isolamento. “O que nós queremos é fazer parte do Brasil. Eu quero dar o direito para quem mora em Manaus, de no dia que quiser, poder sair de Manaus para Alagoas de carro, por exemplo”, disse Omar ao ministro Renan Filho.

Nota técnica

Ao fim dos trabalhos, o grupo criado pelo Governo Federal deve consolidar uma Nota Técnica que servirá como documento de referência com encaminhamentos, metas, sugestões de responsabilidades e de governança, prazos, custos, uso de tecnologias, etc.


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