Bombeiros do Amazonas se apresentam no Rio Grande do Sul

CBMAM atuará em Lajeado, um dos municípios mais afetados pelas chuvas

Governador Wilson Lima colocou tropa de especialistas à disposição

Após seis dias de viagem por balsa e estrada, os bombeiros militares enviados pelo Amazonas chegaram ao Rio Grande do Sul, onde atuarão em uma das cidades mais atingidas pelas enchentes que atingiram o estado. A tropa com 15 bombeiros militares Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) se apresentou, na manhã desta quinta-feira (16), ao comitê de crise instalado na cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Inicialmente, eles atuarão na cidade de Lajeado, cidade de pouco mais de 80 mil habitantes a 113 km da capital Porto Alegre. O município foi um dos municípios mais afetados pelas chuvas.

De acordo com o tenente Rodolpho Carepa, comandante da missão dos bombeiros do Amazonas no Rio Grande do Sul, inicialmente, a tropa foi recebida no Comando Geral do Corpo de Bombeiros daquele estado, onde foi apresentado o plano de atuação das forças de salvamento e resgate.

“Chegamos a Porto Alegre no início da madrugada. Agora pela manhã reunimos com o comando de incidentes e foi definido que nossa área de atuação será na cidade de Lajeado, juntamente com outras equipes de bombeiros. Partiremos, ainda agora pela manhã, ao município e, chegando lá, faremos o mapeamento da área para iniciar as ações conforme demanda”, explicou tenente Rodolpho.

Os militares partiram de Porto Alegre por volta das 10h, no horário de Brasília, com destino à cidade de Lajeado. Ao todo, a equipe enviada é composta por dois mergulhadores, três guarda-vidas, dois especialistas em salvamento terrestres, um em desastres naturais, um em atendimento pré-hospitalar e seis especialistas em resgate em estruturas colapsadas.

Amazonas pelo Rio Grande do Sul

Após anúncio feito pelo governador Wilson Lima do envio da tropa para suporte ao governo do Rio Grande do Sul, a equipe do CBMAM partiu, no dia 10 deste mês, com saída de Manaus. A viagem teve duração de seis dias, em virtude das difíceis condições logísticas de acesso à área atingida. Os militares saíram de Manaus em balsa e depois seguiram o trajeto pela BR-319.


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