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Falando de Amor

Por: Maria Justina Braga Monteiro

Professora, Assistente Social e autora da primeira tese sobre aborto em Manaus.

As agruras do tempo no mundo

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Maria Justina Braga Monteiro

O tempo não apaga nada. A gente só finge que esquece.

O tempo muda a gente por fora, mas as pessoas mudam a gente por dentro.

O ontem é uma história; o amanhã é um mistério; mas o hoje é uma dádiva e é por isso que se chama presente. Às vezes só percebemos a importância de um momento quando ele se torna lembrança, porque na vida não é sobre quem te dá a mão, é sobre quem não te solta.

Quanto tiver que chorar, chore no quarto, mas sorria na sala porque quem não pode resolver teus problemas não precisa saber deles.

Vivemos em um mundo onde o funeral é mais importante que o morto; onde o casamento é mais importante que o amor; onde o físico importa mais que o intelecto. Vivemos na cultura da embalagem que despreza o conteúdo.

O mundo é um lugar perigoso para se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim, por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer, e, também por isso, às vezes temos vergonha de nós mesmos quando percebemos que a vida é um baile de máscaras e participamos dele com nosso rosto verdadeiro.

Fracassamos muitas vezes, mas devemos ter consciência de que somos responsáveis pelo que dizemos e não pelo que os outros entendem. Se você não entende de reciprocidade, vá a um parque e tente brincar em uma gangorra.

Para que o mundo se torne mais suave e o tempo menos implacável, pense no seguinte: metade do mundo são mulheres, e a outra metade – filhos dela!


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